domingo, 6 de novembro de 2011

Cinco motivos para treinar pernas


Se você treina em uma academia comum, já deve ter percebido que a maioria das pessoas (homens) não treina as pernas. Também não é difícil encontrar caras enormes na parte de cima do corpo com as pernas finas.

As desculpas preferidas para não treinar pernas são: “Eu faço esteira para as pernas”, “Eu jogo futebol fim de semana”, “Minhas pernas são muito grandes, se eu treinar mais vai ficar estranho”, etc. Seja qual for a desculpa, não treinar pernas é um dos maiores erros que você poderia cometer.



Veja 5 motivos para começar a treinar as pernas na academia.
1- Mais Músculos: Existem vários estudos que comprovam que agachamentos e levantamento terra aumentam a liberação do hormônio do crescimento e testosterona mais que qualquer outro exercício. Ou seja, esses treinos são praticamente hormônios naturais para o crescimento muscular.
2- Aumento na Parte Superior do Corpo: Agachamentos e levantamento terra trabalham todo seu corpo, e não somente as pernas. Veja alguns exemplos rápidos que comprovam isso.
* Você contrai os músculos do braço durante sessões pesadas de levantamento terra
* Seu abdômen trabalha duro para estabilizar o peso durante o agachamento
* Os músculos do peitoral ficam tensos no levantamento terra
Se você não puder treinar a parte superior do corpo devido a uma lesão, é possível prevenir a perda de massa muscular fazendo sessões pesadas de agachamentos e levantamento terra.
3- Mais Força: Pernas mais fortes aumentam sua estabilidade, e, consequentemente, a força para realizar qualquer tipo de exercício. Você precisa de estabilidade para treinar qualquer grupo muscular, e pernas fortes são essenciais para isso.
4- Simetria: Claro que você não deve ligar para o que os outros pensam, porém, se você está na academia provavelmente deseja melhorar a sua aparência física. Dessa forma, ter pernas proporcionais a parte superior do corpo é essencial.
5- Força Mental: Essa é um dos principais motivos que leva as pessoas a não treinar pernas: o treino é fisicamente e mentalmente difícil. Não é qualquer um que tem coragem de fazer um agachamento com um peso difícil de ser levantado. Dessa forma, fazer agachamentos e levantamento terra vai lhe ajudar a construir sua resistência mental e caráter como nenhum outro exercício.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Anabolismo x Catabolismo



Anabolismo e catabolismo são estados diferentes que descrevem se o corpo está construindo ou perdendo tecido muscular. Quando você está tentando ganhar peso, você deve maximizar o tempo em que seu corpo fica no estado de construção muscular, de forma que seus resultados sejam mais satisfatórios. A maneira que você come, treina e descansa influencia diretamente nesse processo.

CATABOLISMO
Catabolismo é o estado do seu corpo que degenera o tecido muscular. Sempre que você treina, seja cardio ou musculação, você está fadigando os músculos. Quanto mais longo e difícil for seu treino, mais dano você causa ao tecido muscular. Outros fatores podem contribuir para que seu corpo fique em estado catabólico, como a má alimentação e a falta de descanso.

ANABOLISMO
Anabolismo é o estado em que seu corpo constrói tecido muscular. Quando você descansa, seu corpo começa a reparar o tecido muscular danificado. Dessa forma, é durante o repouso, e não no exercício, que seu corpo desenvolve a massa muscular.













COMO FICAR EM ESTADO ANABÓLICO POR MAIS TEMPO
Existem algumas estratégias para deixar o corpo em estado anabólico por mais tempo, ajudando você a ganhar mais massa muscular.
Se alimentar bem é fundamental. Procure comer de 3 em 3 horas. Quando você não come por um bom período de tempo, seu corpo começa a usar o tecido muscular como fonte de energia(catabolismo). A melhor maneira de evitar isso é comer várias vezes por dia, começando de manhã.
Nunca pule o café da manhã. Quando você acorda, seu corpo está há um bom tempo sem receber nutrientes, e certamente já entrou no catabolismo. Dessa forma, você precisa se alimentar rapidamente, a fim de entrar em estado anabólico o mais rápido possível.
Controlar o tempo de treino também é muito importante. Nunca treine por mais de 90 minutos (o ideal é 60). Quanto mais você treina, mais seus músculos se degeneram. Se você quer ganhar massa muscular, precisa ter em mente que o treino é apenas um estímulo. A partir do momento que você já conseguiu estimular os músculos para crescer, o resto do seu treino é um desperdício. Se você passa horas na academia, procure aumentar a intensidade do seu treino e diminuir a duração. 60 minutos estão de bom tamanho.
Por fim, você deve dar o devido descanso aos músculos para que eles se desenvolvam satisfatoriamente. Procure dormir ao menos 8h por dia, e divida o seu treino com inteligência, evitando que seu corpo trabalhe os mesmos grupos musculares em dias seguidos. Lembre-se, você não cresce na academia, mas fora dela.
Referências: Straighthealth

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Exercícios para o Bíceps


Bíceps é um músculo como outro qualquer, no entanto com certeza não demonstra ser um ponto fraco na maioria dos fisiculturistas e basistas. Podemos perceber uma certa desproporção ou irregularidade nos treinos de bíceps por inúmeros motivos, entre eles, o desenvolvimento parcial do antebraço que é o músculo chave na execução do movimento, excesso de carga, má execução, falta de conhecimento, orientação ou simplesmente por ego.
Vamos começar a treinar bíceps de verdade começando pelo pai dos exercícios:

1º A Rosca direta:

A rosca direta com barra reta é um exercício básico e potente do qual não pode faltar num treino de bíceps, um exercício que proporciona um bom desenvolvimento no quesito espessura, mas vemos que ele é feito de maneira equivocada por vários motivos inclusive os já citados acima.
Então vamos começar a fazer a rosca direta de forma correta.
- Inicie o movimento com os braços completamente estendidos levantando apenas os antebraços até o final do movimento exercendo a função primária do bíceps e não pulando a parte mais importante da execução levantando os cotovelos ou “roubando”, lembrando que o mesmo deve ser feito no final do movimento, isso mesmo não jogue o peso para frente ou não tera o alongamento que necessita, o antebraço é um gancho que irá exercer a mesma função a todo momento.
em outra pegada não é possível exercer a função primária do bíceps, mas para ser mais claro veja que na barra W os punhos estão bem próximos a pegada neutra o que trará um desenvolvimento potente de antebraço (braquiorradial), mas não é isso que queremos, queremos bíceps de verdade.
“A principal função do bíceps é a supinação da mão, torcendo a mão – no caso da mão direita, no sentido horário; e a função de flexão é estritamente secundária. Um simples teste provará isto rapidamente de uma maneira inegável; flexione seu antebraço contra a porção superior do braço até onde for possível,enquanto mantém a mão em uma posição pronada (“pescoço de ganso”) – então coloque sua outra mão sobre os bíceps do braço flexionado. Você notará que os bíceps não estão contraídos, apesar da função de flexão dos bíceps ter sido completada; quer dizer, apesar do braço estar flexionado até onde é possível, os bíceps apenas executaram parte de sua função – e a parte menos importante. Agora gire a mão do braço flexionado até uma posição supinada e conforme você realiza esta ação, você sentirá os bíceps se contraírem. A contração total dos bíceps resulta do giro da mão e do antebraço – e os bíceps não podem contrair-se completamente a menos que este giro aconteça.”

2º A rosca alternada/Simultânea:

Esse exercício é complementar ao esforço já feito na rosca direta, muito importante em uma rotina de bíceps, pelo fato de poder haver uma rotação do punho é possível recrutar a cabeça curta (final do movimento, por ter descido neutro) e a cabeça longa (ínicio do movimento por ter subido supinado, exercendo a função primária) e o alongamento de ambas no final do movimento, fazendo desse um exercício completo, lembrando que como houve rotação do punho o braquiorradial (antebraço-extensor) também foi recrutado em menor enfâse.

3º As Variações:

Assim como em qualquer treino também é necessário utilizar variações em uma rotina de bíceps, após todo o esforço já realizado anteriormente é necessário “um segredo” para finalizar de forma eficaz o treino, para isso é necessário bom senso e experiência.
Escolhemos um exercício isolador, ou algum exercício auxiliar ao desenvolvimento do antebraço, o treino de bíceps basicamente é: exercício com barra, exercício com halteres e exercício isolador.

Variações potentes:

- Rosca Scott: O banco scott por estar posicionado a 45º acaba exercendo a função de uma outra forma comprimindo o bíceps ao extremo assim como em qualquer outra banqueta, isto ajuda a alongar o bíceps, ou melhor dizendo “tampar o buraco” entre o bíceps e o antebraço, mas no caso do scott não há um pico de contração, pois o final do movimento é limitado (é possível repousar) sendo assim a parte mais importante é o ínicio do movimento então lembre-se “braços completamente estendidos”.

- Rosca martelo:





















Muitos erram por não treinar antebraço, mas esse exercício pode ajudar muito a não entrar nesse dilema Bíceps X Antebraço por estar em pegada neutra não somente bíceps (cabeça curta, que foi requisitada em menor enfâse nos exercícios anteriores agora pode ser bem trabalhada neste exercício) e o braquial, mas o braquiorradial também será requisitado, lembrando que estes músculos são muito importantes num treino de bíceps, a rosca de punho ao término do treino também é fundamental.

- Rosca concentrada



A rosca concentrada ficou muito conhecida por ter sido utilizada por Arnold Schwarzenegger, o próprio dizia que após todo o esforço feito nos exercício anteriores a rosca concentrada o ajudaria a criar um pico no bíceps, mas veja que isso faz sentido, devido ao posicionamento forçado a 90º a subida se torna muito díficil recrutando o máximo de fibras possíveis, veja que outras variações como a Rosca spider (um tipo de “banco scott” a 90º, frequentemente usada pelos fisiculturistas atuais, é bem semelhante a rosca concentrada por isso não vemos muitos fisiculturistas fazendo-a) que pode ser feita com barra ou com halter na mesma angulação dizemos em parte que exerce a mesma função.

O básico sobre o Bíceps




O trabalho muscular dos braços é o interesse de quase todos os homens que freqüentam as academias. Para ter um braço que chame atenção é necessário um treino muito árduo, pois o bíceps é um músculo que tem uma resposta aos exercícios que aparece de forma mais lenta. Treinar de forma correta fará com que você tenha o braço dos seus sonhos.
O erro mais comum para os alunos é não ter paciência. A precipitação em ver os resultados é o que faz com que a maioria venha a tomar bombas e anabolizantes, e muitas vezes essa atitude vem a deformar os músculos, fazendo com o que o objetivo não seja alcançado. Isso quando muitas das vezes a saúde do individuo também é abalada, vindo a sofrer com infecções generalizadas.
Outro erro comum é achar que realizar o treino de braço todos os dias irá trazer resultados mais rápidos. Isso é um engano muito comum, e muitas vezes até pessoas que não são profissionais, e se dizem “experts” em musculação pregam que o treino de membros superiores deve ser feito todo dia, pois só assim o músculo irá crescer. Isso é mentira. O treino deve ser feito com equilíbrio, respeitando os limites do aluno e a carga que ele pode pegar. E claro, deve ser feito sob orientação de um profissional, essa é a forma mais rápida de se chegar aos seus objetivos efetivamente.
O treino de bíceps é feito com exercícios de roscas, e com aparelhos. Sendo que cada individuo terá uma rotina própria de exercícios. É bom notar se os outros músculos dos membros superiores tem tido a mesma relevância no treino. Pois não adianta querer um bíceps inchado se o tríceps e o deltóide não acompanharem o ritmo. O corpo perfeito é baseado na simetria. O corpo precisa está em acordo.
Se você já tem uma rotina de treino que tem trazido bons resultados permaneça nele para continuar crescendo. Mas se você acha que os exercícios que tem feito não têm ajudado a chegar a seus objetivos, procure um profissional para que este o auxilie no aprimoramento do seu treino. Treinar duro e com seriedade para poder chegar no braço dos sonhos. Essa é a dica!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Ingestão de proteínas e saúde renal




Analisando os estudos – sérios – disponíveis sobre ingestão protéica e saúde renal, observa-se que não existem dados consistentes que afirmem a relação entre uma ingestão elevada de proteínas e prejuízo na saúde renal de indivíduos saudáveis. O fato da restrição protéica ser uma das principais medidas no tratamento dietoterápico em pacientes acometidos de patologias renais, não pode ser estendido para pessoas saudáveis.

A relação entre uma elevada ingestão de proteínas e dano renal se deve além do fato dos rins eliminarem os produtos do metabolismo protéico (uréia e amônia), a questão do alto consumo protéico aumentar a taxa de filtração glomerular, proporcionando aumento da pressão dentro dos glomérulos nos rins. Mas sabe-se atualmente que essas alterações são adaptações fisiológicas normais do organismo humano, dentro de um limite da capacidade renal.

 Em 1999, um estudo tendo como objetivo observar a existência de danos renais em indivíduos obesos com uma ingestão elevada de proteínas, Skov e colaboradores não encontraram indicações de efeitos adversos na função renal.

 Em 2000, Poortmans e Dellalieux, em outro importante estudo, concluíram após investigar bodybuilders e outros atletas bem treinados ingerindo até 2,8 gramas de proteína por quilo de peso, que não existe correlação entre uma ingestão protéica elevada e dano renal.
 Em 2003, Knight e colaboradores publicaram um clássico estudo que avaliou 1624 mulheres ingerindo uma dieta hiper-protéica e sua relação com a função renal. Nenhuma associação entre a ingestão hiper-protéica e decréscimo na função renal foi constatada. Por outro lado, mulheres que iniciaram o trabalho com um ameno decréscimo nas funções renais, apresentaram piora com o aumento na ingestão protéica.

 Martin; Armstrong e Rodriguez (2005) relatam, após extenso trabalho de revisão bibliográfica, que apesar de dietas com restrição protéica serem apropriadas para tratamentos de desordens renais, não existem evidências significativas para afirmar que uma ingestão elevada de proteínas está relacionada diretamente com prejuízo para a saúde renal.

 Em se tratando da relação entre ingestão protéica e cálculos renais, a literatura moderna relata que uma elevada ingestão de proteína animal auxiliaria negativamente apenas em indivíduos com cálculos já em formação, mas nenhuma desordem foi observada em indivíduos sem essa característica. Isto demonstra que é necessária uma pré-existente disfunção metabólica para que a ingestão elevada de proteína possa exercer algum efeito.
Relaciona-se também a ingestão protéica com perda de massa óssea. No entanto, isto pode ser verdade para indivíduos susceptíveis, como por exemplo, mulheres sedentárias no período pós-menopausa, mas não para indivíduos fisicamente ativos, principalmente aqueles engajados em treinamento com pesos.

Vale ressaltar que esses estudos consideraram uma ingestão protéica até cerca de três gramas/kg, sendo que até o presente momento não existem estudos avaliando ingestões protéicas mais elevadas e seu impacto na saúde renal a curto, médio e longo prazo.
 Após analisar esses estudos podemos concluir, portanto, que uma ingestão protéica um pouco acima das atuais recomendações para praticantes de musculação (aproximadamente dois gramas/kg) não está relacionada a complicações renais em indivíduos saudáveis. No entanto, antes de acrescentar mais medidas de whey protein em seu shake, devemos analisar se existe demanda para esta ingestão, pois uma ingestão desnecessária de proteínas pode inclusive proporcionar acúmulo de gordura corporal.

Existem pouquíssimas evidências de que uma ingestão protéica acima de dois gramas/kg promova o crescimento muscular, visto que o excesso seria convertido em glicose e usado como fonte energética.
Então por que bodybuilders de alto nível em algumas fases da periodização do treinamento ingerem ainda mais proteína?

Ocorre que esses atletas não utilizam tanta proteína apenas visando o crescimento muscular. Eles também visam otimizar a perda de gordura com essa estratégia. Com a ingestão controlada de carboidratos associada a uma ingestão protéica elevada, ocorre um processo em nosso organismo chamado gliconeogênese (conversão de proteína em glicose). Esse processo apresenta um alto custo metabólico, ou seja, se gasta mais calorias para metabolizar a proteína como fonte energética. Isto explica o porquê de muitos bodybuilders aumentarem a ingestão protéica enquanto reduzem a ingestão de carboidratos nas semanas que antecedem uma competição.

 Lembrando que nas últimas semanas para uma competição, bodybuilders experientes utilizam diversas técnicas nutricionais, sendo que várias delas são pouco convencionais e não podem ser consideradas saudáveis. Desta forma, essas técnicas são reservadas apenas para as semanas anteriores a uma importante competição. Em qualquer esporte de alto nível é comum observarmos medidas que não são completamente saudáveis (perda abrupta de peso, excesso de treinamento, recuperação inadequada de lesões, etc), mas muitas vezes necessárias para a busca de um bom resultado. No entanto, estamos falando de atletas de alto nível experientes e com grande supervisão profissional, e não de pessoas comuns que buscam a nutrição e o exercício físico para manterem-se saudáveis e com uma estética apreciável.

 Resumindo, uma alimentação rica em carboidratos e gorduras associada à inatividade física pode ser muito mais maléfica à saúde renal do que uma ingestão protéica um pouco acima do recomendado, visto que a obesidade, a hipertensão arterial e diabetes, são conhecidos fatores de risco para doença renal crônica. A ingestão protéica ideal irá depender de diversas características individuais e da fase de treinamento em que o indivíduo se encontra. Portanto, consulte sempre um nutricionista esportivo experiente.

 Fonte: http://www.rodolfoperes.com.br

                         

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Musculação Feminina, mitos e verdades



Toda mulher vaidosa deseja ficar com um corpo malhado e nada melhor do que a musculação para definir o corpo e conseguir bons resultados. Mas é preciso tomar cuidado com os mitos e verdades da musculação para mulheres para não realizar atividades físicas erradas ou ter hábitos inapropriados para obter um corpo em forma.
Diante de tantos falatórios e dúvidas sobre a musculação feminina, nada melhor do que conhecer quais os principais mitos e verdades da musculação para mulheres e realizar um treino de forma correta e sem questionamentos.
§  Mito nº 1: Mulher que levanta muito peso vai ficar “bombada”.
Este é o maior mito existente sobre musculação feminina e é importante conhecer a verdade sobre ele para treinar de forma correta e obter melhores resultados.
As mulheres acreditam que se levantarem muito peso na academia, poderão ter um grande aumento de massa muscular e ficarão “bombadas”, com aquela aparência masculina. Isso é um grande mito!
Verdade:
Os hormônios femininos não reagem da mesma maneira que os hormônios masculinos durante um grande levantamento de peso. Bom para as mulheres que tinham medo de criar músculos a mais e ruim para aquelas preguiçosas que não gostam muito de treinar, pois as mulheres precisam de esforço e dedicação (além de dieta balanceada) em dobro em relação aos homens para conseguir ganho de massa muscular.
Isso acontece porque os músculos das mulheres são iguais aos dos homens, mas o desenvolvimento deles ocorre de forma totalmente diferente, pois existe um nível alto de estrogênio na maioria das mulheres, o que dificulta o crescimento dos músculos e impede que eles sejam grandes e volumosos como o dos homens. Enquanto isso, os homens possuem muita testosterona que facilita o aumento de massa muscular.
A pior desvantagem (já que há varias) de quem acredita neste mito de ganhar muita massa por levantar altas cargas de peso é a falta de resultados satisfatórios e a perda de tempo de evolução nos músculos, já que a mulher que não levanta peso não consegue um aumento satisfatório de massa e, quando consegue, é depois de muito tempo de dedicação.
Na verdade é preciso usar grandes cargas nos treinos femininos para ganhar uma massa corpórea satisfatória. Então as mulheres podem aproveitar para levantar bastante peso (mas sempre com muita cautela e respeitando seus limites) se quiserem ter um corpo em forma.
§  Mito nº 2: Treino feminino deve ser obrigatoriamente diferente do masculino.
Muitas mulheres acreditam que não podem realizar os mesmos exercícios que os homens senão ficarão masculinizadas. Em vários casos isto é apenas um preconceito existente entre treinadores ou até mesmo das mulheres que não admitem treinar igual aos homens com medo de ganhar muitos músculos (mito nº 1).
Verdade:
Apesar de existir diversas diferenças anatômicas, fisiológicas e hormonais entre homens e mulheres, não existe nenhuma regra que obrigue os homens a terem tratamento diferenciado das mulheres ou vice-versa.
Talvez a única diferença exista devido ao fato das mulheres preferirem o enrijecimento de áreas como glúteos, pernas e abdômen enquanto os homens preocupam-se mais com a definição dos braços, peitoral e costas, mas isso não é uma característica obrigatória entre os sexos e muito menos deve ser regra.
Depois de descobrir a verdade, pode ir para a academia e mudar aquele seu treino chato. Você está liberada para fazer os mesmos exercícios que o colega de academia que treina junto com você sem ficar com os músculos iguais os dele. Confessa que você sempre teve certa invejinha. Então vá lá agora mesmo e deixe este mito de lado.
§  Mito nº 3: Musculação para mulheres deve ter carga baixa e diversas repetições.
A maioria das mulheres chega à academia e quer realizar um treino com cargas baixas e repetições altas (acima de 15 repetições). Isso acontece devido ao medo relativo ao mito nº 1 (medo de ganhar muito músculo e ficar com músculos enormes), mas é outro mito criado a partir de um primeiro (já reparou como surgem os mitos?).
Verdade:
Os mitos nº 1 e nº 2 devem ser quebrados a fim de que você realize um treino com cargas altas e poucas repetições para trabalhar melhor os músculos.
A melhor forma de combinar cargas e repetições é aliar o seu limite de esforço e força física, juntamente com as indicações e observações do treinador ou personal trainer, já que ele pode dar uma orientação profissional.
Estes são (por mais incrível que pareça) os maiores motivos de desistência de muitas mulheres em fazer musculação. Elas preferem acreditar nos mitos e torná-los verdade ao invés de buscar informações corretas e reais. Por isso não conseguem bons resultados, o que acaba desmotivando qualquer pessoa a treinar. É então que decidem parar de fazer academia já que o treino não estava dando certo.
Agora que você já conhece a diferença entre o mito e a verdade, poderá realizar um ótimo treino, com muito mais ganho de massa e resultados benéficos para o corpo. Além disso, conhecendo todos os mitos e verdades da musculação feminina é possível treinar de forma consciente e tranqüila, aproveitando muito mais os benefícios dos exercícios físicos e tendo uma vida mais saudável.
Então acabaram as desculpas. Agora que tirou suas dúvidas sobre os mitos e verdades da musculação para mulheres, pode correr para a academia, levantar muito peso, fazer aquele treino igual ao do homem que treina em seu horário e realizar atividades com cargas altas e poucas repetições. Com certeza você irá se surpreender com os resultados e verá grandes melhorias no seu treinamento de musculação.
Abraços e Bons Treinos ;)
Por Jeniffer Elaina



A proteína da clara do ovo faz milagres



clara do ovo é riquíssima em albumina, uma proteína de origem animal que possui um ótimo aminograma e um alto valor biológico.. A porção branca do ovo(clara) é matéria de primeira linha para reparar os músculos e prolongar a saciedade por ser uma proteína de longa absorção. Devemos levar em consideração que a porção amarela do ovo também é importante para hipertrofia, mas juntamente com seus nutrientes protéicos, estão nutrientes lipídicos e vitamínicos.
proteína da clara do ovo pode ser consumida a qualquer horário. Estudos revelam que mesmo no póstreino ela não é uma má opção. Geralmente, para os praticantes de musculação, é interessante que a mesma seja consumida antes de dormir para ajudar o corpo não em seu processo anabólico e anticatabólico, ou seja, evitar a perda e massa muscular e ao mesmo tempo promover o crescimento do tecido muscular..
Dentro do estômago a albumina é quebrada em várias partículas de aminoácidos, que ficam a disposição para reconstruir ou construir qualquer célula do corpo. Para os praticantes de musculação que vão precisar em cheia desse processo de restauração muscular .
clara do ovo segundo estudos tem o poder de saciedade, ou seja, prolonga a fome, ajudando na perda de peso gordo.
Por fim, ela possui 88% de água em sua composição e, devido a seus nutrientes protéicos ativa o aumento da formação de gases no intestino. Esse é o um dos únicos desconfortos da clara, além do sabor (mas que hoje já foi resolvido por algumas empresas com novas tecnologias.
suplemento albumina é obtido por meio da desidratação da clara do ovo: 25 delas corresponde a 100g do pó.. Mesmo que a pessoa não pratique atividade física, ela pode incluir em sua dieta respeitando as proporções necessárias de seu corpo.